quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pesos pesados dão quinta sessão seguida de ganhos ao PSI-20


A Jerónimo Martins continuou a revisitar máximos históricos e a EDP fechou na cotação mais alta desde 2011. Num dia em que nenhuma empresa de Lisboa fechou em baixa, a Sonaecom foi a que mais subiu, com uma valorização próxima de 6%.
A Jerónimo Martins, a EDP, a Galp Energia e Portugal Telecom registaram valorizações em torno de 2% e foram as empresas que mais contribuíram para a quinta sessão consecutiva de ganhos do PSI-20.

O principal índice da bolsa portuguesa somou 1,76% para os 6.240,59 pontos, sem que nenhuma empresa encerrasse a cair. Apenas a Cofina (dona do Negócios) terminou o dia inalterada.

As bolsas europeias, que tinham estado a negociar em baixa, inverteram para terreno positivo com o impulso dado pelo facto de a economia do Reino Unido ter evitado entrar novamente em recessão no primeiro trimestre. Já Lisboa esteve sempre a ganhar durante toda a sessão.

No fecho, o comportamento da praça nacional foi suportado, em primeiro lugar, pela Jerónimo Martins. Depois de um crescimento de 10% dos lucros no primeiro trimestre, o Goldman Sachs subiu para 21 euros o “preço-alvo” que atribui à retalhista. Já o Santander baixou a recomendação de “comprar” para “manter”. Em bolsa, as acções da dona dos supermercados Pingo Doce avançaram 2,04% para fecharem nos 18,47 euros, um novo máximo histórico.

A Sonae, que ontem também disparou à boleia da concorrente, somou hoje 0,27% para os 0,74 euros.

Energia ganha perto de 2%

A puxar por Lisboa esteve, igualmente, o sector da energia. A EDP ganhou 1,99% para terminar nos 2,62 euros, tocando na cotação mais elevada desde Maio de 2011. A subsidiária EDP Renováveis fechou nos 3,915 euros ao somar 1,42%.

Com os preços do petróleo em alta nos mercados internacionais, a Galp Energia valorizou-se 1,77% para os 12,10 euros.

Sonaecom lidera subidas com máximo de 2010

O ganho mais acentuado foi registado, contudo, no sector das telecomunicações. A Sonaecom somou 5,85% para os 1,81 euros, fechando naquele que é o valor mais alto desde Fevereiro de 2010.

A Zon Multimédia avançou 2,48% para os 3,393 euros, depois de o UBS ter dito, numa nota de “research” ontem publicada, que a cotação actual é boa para investir. A Portugal Telecom terminou a sessão nos 3,944 euros ao valorizar-se 1,77%.

BCP sobe apesar de “rating” não melhorar

Na banca, o dia foi igualmente positivo. O BCP somou 0,97% para os 10,4 cêntimos. O banco foi hoje alvo de duas notícias em sentido contrário. O Bank Millennium, banco polaco controlado em 65,5% pela instituição portuguesa, aumentou os lucros do primeiro trimestre em 9%, para 120 milhões de zlotys (28,7 milhões de euros), superando as previsões dos analistas. Por outro lado, a Standard & Poor’s avisou que a venda da unidade grega do BCP, anunciada no início da semana, não altera o “rating” especulativo que atribui ao banco.

Depois de apresentar um crescimento de 3,1% dos lucros no primeiro trimestre, o BPI subiu 1,52% para fechar nos 1,071 euros. O BES superou o avanço com um ganho de 2,40% para os 0,855 euros.


Fonte: Jornal de Negócios

quarta-feira, 24 de abril de 2013

CGD vai adiantar IVA que Estado deve às PME


As empresas com um volume de negócios até 500 mil euros só vão pagar IVA ao Estado após a cobrança efectiva das facturas. E a Caixa Geral de Depósitos poderá adiantar o IVA que as empresas têm para receber do Estado.
No plano traçado pelo Governo para o crescimento e o emprego, é definido que “as empresas com volume de negócios até 500 mil euros” beneficiarão do “IVA de caixa”, o que fará com que paguem os valores referentes ao IVA que devem ao Estado apenas “após a cobrança das facturas emitidas”. Esta medida tem como objectivo aliviar a tesouraria das empresas.

Por outro lado, a CGD, através de uma linha de apoio à tesouraria das empresas, poderá dar um “adiantamento do IVA que as empresas tenham comprovadamente a receber do Estado.”

O banco estatal deverá também aumentar a concessão de crédito a empresas. No plano estratégico, o Executivo determina que este ano, a CGD deverá aumentar em “quase 1.000 milhões de euros” o financiamento, quando comparado com o ano passado. Já até 2015, o aumento deve ser de 2,5 mil milhões de euros.


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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Fitch retira triplo A ao "rating" do Reino Unido


A notação soberana dos britânicos perde assim a classificação máxima de triplo A.
A agência de notação financeira reduziu a classificação da dívida de longo prazo do Reino Unido em um nível, de ‘AAA’ para ‘AA+’, mantendo o “outlook” estável, o que significa que não se prevê que o “rating” soberano britânico volte a descer em breve.

A justificar esta decisão, a Fitch aponta sobretudo o panorama económico e orçamental mais débil do Reino Unido, o que levou a que a agência revisse em alta as projecções de médio prazo para o défice orçamental e para a dívida pública do país.

“Apesar da perda do estatuto ‘AAA’, o perfil de crédito extremamente forte do Reino Unido está reflectido no seu ‘rating’ ‘AA+’ e na perspectiva estável”, sublinha a Fitch no seu comunicado.

A Fitch projecta agora que a dívida pública bruta do Reino Unido atinja 101% do PIB em 2015-16 (equivalente a 86% do PIB para a dívida líquida do sector público) e que só começará a diminuir a partir de 2017-18.

De sublinhar que a agência tinha referido anteriormente que a incapacidade de os britânicos estabilizarem a dívida abaixo de 100% do PIB e a colocarem num firme caminho descendente com vista aos 90% do PIB no médio prazo deveria levar a um “downgrade”. E foi o que sucedeu hoje.

Neste momento, apenas a S&P atribui ainda o rating máximo ao Reino Unido, que não está no euro e que por isso tem escapado a grande parte das vagas de cortes das notações soberanas.
A Moody’s também já tinha reduzido a notação dos ingleses em um nível, de ‘Aaa’ (rating de topo) para Aa1, no passado dia 22 de Fevereiro.


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Petróleo cai pela quarta vez em cinco dias e negoceia abaixo dos 98 dólares em Londres


Os dados económicos da China e dos Estados Unidos, que ficaram aquém das expectativas, continuam a penalizar o preço do petróleo. Tanto o WTI como o Brent continuam abaixo dos 100 dólares por barril.

O petróleo continua a negociar abaixo dos 100 dólares por barril, pressionado esta quarta-feira pelo aumento da produção nos Estados Unidos, para máximos de Julho de 1992.

Os contratos do Texas West Intermediate (WTI), transaccionado no mercado nova-iorquino, desvalorizam 2,45% para os 86,55 dólares por barril. Com a divulgação do relatório semanal do Departamento de Energia o preço caiu, uma vez que o documento refere que a produção de crude aumentou 0,4% para 7,2 milhões por dia. Já o consumo de gasolina continua a cair pela segunda semana consecutiva.

Também o Brent, que serve de referência às importações portuguesas, continua abaixo dos 100 dólares, apesar de esta manha ter esta a negociar acima desse valor. Os contratos de futuros para Maio do Brent do Mar do Norte, negociados em Londres, cedem 2,25% para os 97,66 dólares por barril. O Brent desvalorizou já mais de 10% desde o início do ano e o preço actual equivale ao mais baixo desde Julho de 2012.

A desvalorização dos últimos dias continua também relacionada com o crescimento económico do primeiro trimestre abaixo do esperado na China, situando-se nos 7,7% quando os analistas previam 8,0%. Com a segunda maior economia do mundo a expandir-se menos do que o esperado, a expectativa é que o consumo de matérias-primas, nomeadamente o petróleo, diminua.  Os últimos dados dos Estados Unidos, que também ficaram abaixo das previsões dos analistas, estão também a influenciar a diminuição dos preços.

Face às quedas acentuadas dos últimos dias, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo poderá travar a descida de preços, como noticia esta quarta-feira o Negócios.



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Afinador de Guitarra

Se estava preocupado(a) em ter o som bem afinado na sua guitarra (vulgarmente conhecida por viola/violão), deixe de estar pois aqui vai poder afinar sem qualquer problema.

Para isso, vai utilizar o afinador abaixo, ou seja:

"Clique na nota à sua escolha e oiça com atenção o som gerado e assim, vá apertando ou desapertando a cravelha, para igualar o som da corda ao som que está a ouvir.

Para parar o som tem de clicar novamente na nota e repita as vezes que for preciso até que o som fique bem igual!

Também convém referenciar que a sequência das notas da esquerda para a direita, calha com a sequência das cordas da viola, ou seja, de cima para baixo:






E - Mi


A - Lá



D - Ré



G - Sol



B - Si



E - Mi





terça-feira, 16 de abril de 2013

Jornalista português lança livro sobre a campanha de reeleição de Barack Obama



A campanha de Barack Obama pelo segundo mandato como Presidente dos Estados Unidos da América (EUA) é retratada no livro «Por Dentro da Reeleição -- Os Segredos de uma Jornada Improvável», da autoria do jornalista Germano Almeida, a lançar quarta-feira.

A publicação reúne 42 crónicas previamente publicadas no portal TVI24.pt, no jornal A Bola e no blogue pessoal do jornalista português, sob o título «Histórias da Casa Branca», o mesmo do primeiro livro de Germano Almeida.

Em «Por Dentro da Reeleição» existe um capítulo dedicado à carta de agradecimento do próprio Barack Obama, enviada aquando da receção dessa primeira publicação, que versa as políticas norte-americanas da primeira administração Obama.


Fonte: Diário Digital 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Praças europeias fecham no vermelho penalizadas pelos dados económicos da China


Os principais índices europeus encerraram a primeira sessão da semana no vermelho. Os dados do crescimento económico na China, relativos ao primeiro trimestre, ficaram aquém das expectativas, o que prejudicou o mercado accionista ao longo do dia.

Depois de na última semana registarem resultados positivos, as bolsas europeias fecharam a sessão desta segunda-feira em terreno negativo.

O Stoxx Europe 600 caiu 0,67% para os 290,43 pontos, reflectindo o receio dos investidores em relação à evolução da economia mundial.

A influenciar negativamente estiveram os resultados do crescimento económico da China nos primeiros três meses de 2013. De acordo com a informação divulgada pelo gabinete de estatística chinês, o PIB cresceu 7,7%, menos do que era esperado pelos analistas, que apontavam para um incremento de 8,0%. No último trimestre de 2012 a economia chinesa cresceu 7,9%.

O receio dos investidores, depois de conhecidos os dados do gigante asiático, alastrou-se também às matérias-primas, que depreciaram quase todas na sessão de hoje. O ouro caiu quase 7% e a prata mais de 10%, sendo as empresas de “commodities” as mais prejudicadas.

No Reino Unido, o FTSE depreciou 0,64% para os 6.343,60 pontos, com as cotadas de matérias-primas a prejudicar. A Randgolg afundou 8,3% para os 4,545 pence e a Fresnillo, a maior produtora de prata mundial desvalorizou 15% para 1,080 pence.

Porém, foram os índices gregos e italianos que registaram as maiores perdas. O ASE/FTSE fechou a perder 0,89% para os 301,120 pontos e o MIBTEL caiu 0,96% para os 15.628,95 pontos.

O CAC40 desvalorizou 0,50% para os 3.710,78 pontos e o DAX caiu 0,41% para os 7.712,63 pontos. O AEX depreciou 0,67% para 346,30 pontos. O índice bolsista de Espanha foi o que menos depreciou, com uma queda de 0,33% para os 8.014,10 pontos.

Depois das cotadas de “commodities”, a banca europeia foi a que mais perdeu na sessão de hoje. O HSBC caiu 1% para os 681,4 pence e o Societe Generale depreciou 1,1% para os 26,10 euros. O Danske Bank deslizou 1,9% para as 104,40 coroas.

Na reunião do Ecofin, do último fim-de-semana, a Alemanha recusou uma união bancária com os actuais moldes do Tratado da União Europeia, que terá de ser revisto para os germânicos aceitarem a união.

Na bolsa de Lisboa, a banca liderou as perdas, levando o PSI-20 a desvalorizar 0,74% para os 5.878,99 pontos, com 12 cotadas em queda, seis em alta e duas inalteradas.


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Pensamentos

  As pessoas quietas e silenciosas são as que têm as mentes mais fortes e eloquentes”