terça-feira, 13 de agosto de 2013

Telefónica alia-se à Evernote numa aliança global

A Telefónica Digital e a norte-americana Evernote juntaram-se numa parceria global, permitindo que os 250 milhões de clientes globais do grupo espanhol de telecomunicações tenham acesso à versão “premium” da aplicação desta última que permite agregar notas nos mais diferentes dispositivos.
 
 
A implementação da parceria começará pelo Brasil, os clientes Vivo terão a versão “premium” por um ano, uma promoção da operadora por tempo limitado, como revela a imprensa brasileira.
 
Phil Libin, CEO da Evernote, destacou, citado pela imprensa brasileira que esta parceria permitirá ampliar a base de utilizadores desta aplicação que permite guardar notas, links sobre os mais diversos temas.
 
“Ao iniciarmos a nossa parceria no Brasil, conseguiremos explorar a ampla presença da Vivo no mercado de telefonia móvel e dar continuidade ao crescimento incrível da Evernote neste importante país", declarou em nota à imprensa a Evernote. 
 
Para a Telefónica, o acordo é uma possibilidade de se diferenciar da concorrência, conforme apontou Roberto Piazza, director da Telefónica Digital Brasil, acrescentou a mesma fonte.

A versão premium da Evernote possui um limite de “upload” mensal de 1GB, opção de leitura das notas “offline”, funcionalidades adicionais de segurança e partilha e suporte mais imediato ao cliente. As aplicações da Evernote estão disponíveis nas principais plataformas desde computadores, internet, dispositivos móveis, e tablets. 
 
A Evernote, no início deste ano, já havia revelado a sua intenção de abrir um escritório no Brasil, país onde conta com um milhão de utilizadores. 
 
Além da aplicação com o mesmo nome, Evernote, a empresa tem ainda outros serviços gratuitos como o Skitch (aplicação que permite criar notas com rascunhos), o Web Clipper e o Evernote Food, entre outros.
 
 
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Fusão da American Airlines e da US Airways pode estar em risco

O departamento de Justiça dos EUA apresentou uma acção, com vista a suspender a fusão entre a American Airlines e a US Airways, por considerar que a operação “reduz substancialmente a concorrência”.
A acção conta com a posição de seis procuradores gerais de seis Estados norte-americanos, nomeadamente do Texase do Arizona, sede das duas companhias, noticiou a imprensa internacional.
 
Eric Holder, procurador geral dos EUA  afirmou que “o transporte aéreo é vital para milhões de consumidores norte-americanos que voam com regularidade tanto por negócios, como a lazer”, recordando que ambas as companhias aéreas competem directamente em mais de mil rotas.
 
Em Fevereiro último, a American Airlines e a US Airways, anunciaram a operação de fusão, uma fusão que constituiria a maior companhia aérea do mundo, com uma capitalização de 11 mil milhões de dólares, cerca de 8,3 mil milhões de euros, com um quadro de pessoal de 94 mil trabalhadores, 950 aviões, com 6,5 mil voos diários.
 
Com esta operação, a US Airways iria abandonar a Star Alliance, a maior aliança de companhias aéreas onde está a TAP, para se juntar à Oneworld, onde se inclui a Iberia e a British Airways.
 
A Comissão Europeia já havia dado luz verde à operação, considerando que esta não viola as leis da sã concorrência.
 
 
 
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Pilotos preocupados com regras de segurança da Ryanair

89% dos inquiridos consideraram que a Ryanair não tem uma cultura de segurança aberta e transparente.
 
Cerca de 40% dos pilotos da Ryanair estão preocupados com as regras de segurança da companhia aérea e exigem a abertura de um inquérito pelos reguladores para apurar se existe algum tipo de falhas.

Segundo o «Financial Times», a sondagem foi feita pelo Ryanair Pilot Group junto de mais de mil comandantes e co-pilotos, cerca de um terço do total de pilotos da companhia de baixo custo.

O grupo foi criado com o objetivo de aumentar os padrões de segurança e para dar aos pilotos uma voz mais ativa na negociação das condições de trabalho.

Segundo o estudo, 89% dos inquiridos considerou que a Ryanair não tem uma cultura de segurança aberta e transparente, 67% dos inquiridos disseram não se sentir confortáveis ao levantar questões sobre segurança através do sistema interno da Ryanair e 94% considerou que os reguladores deviam abrir um inquérito para apurar se as práticas da Ryanair podem ter influência na segurança.

A ideia para realizar a sondagem surgiu em abril depois de Ray Conway, gestor da companhia, ter lançado um aviso interno a alertar que qualquer piloto que assinasse uma petição, organizada pelo Ryanair Pilot Group a pedir aos reguladores para avaliarem as regras de segurança da companhia, seria despedido.

Para qualquer questão relacionada com a segurança, Ray Conway aconselhou os pilotos a usarem os meios internos da empresa ou recorrerem à Irish Aviation Auhority, entidade equivalente ao Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) português.
 
 

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Jerónimo Martins ofusca PT e empurra Lisboa para o vermelho

É o primeiro dia de quedas em Lisboa nas últimas quatro sessões. O sector das telecomunicações ganhou terreno mas foi superado pelo retalho, que recuou. Banca teve dia sem grandes definições, tal como o PSI-20.
 
A Bolsa de Lisboa fechou em terreno negativo mas com um recuo ligeiro. Tal como na Europa, o dia foi de grandes indefinições. O índice de referência nacional cedeu 0,08% para fechar nos 5.961,75 pontos.
 
O PSI-20 caiu pela primeira vez em quatro sessões, depois de a praça portuguesa ter sido, na semana passada, animada por dados económicos positivos para a economia nacional, como a descida da taxa de desemprego para 16,4%. O produto interno bruto (PIB) nacional deverá ter crescido no segundo trimestre, antecipam várias casas de investimento. Os dados serão conhecidos na próxima quarta-feira. Apesar disso, Lisboa recuou, mesmo que muito ligeiramente.
 
Esta segunda-feira, a empresa que mais contribuiu para a descida da bolsa nacional foi aquela que mais contribuiu para os ganhos das sessões anteriores: a Jerónimo Martins. A dona dos supermercados Pingo Doce recuou 1,10% para os 15,215 euros.
 
Ainda em baixa no retalho encontra-se a Sonae. A empresa sob comando de Paulo Azevedo perdeu 1,16% para os 0,85 euros. Na sexta-feira, a detentora dos supermercados Continente somou mais de 5,5%, tendo aliviado hoje desse movimento.
 
PT e Zon impedem maior queda
 
Se as retalhistas estiveram em baixa, as telecomunicações negociaram em alta. A Portugal Telecom somou 1,03% para fechar nos 3,137 euros. O Exane BNP Paribas e o Bernstein Research emitiram notas de “research” em que defenderam que a companhia dirigida por Henrique Granadeiro poderá estar sob as atenções de empresas com apetite em aquisições.

A Zon Multimédia ganhou 1,39% para os 4,523 euros. A Sonaecom foi a excepção, ao perder 0,33% para 1,787 euros.

Banca inalterada
 
O sector financeiro acompanhou a tendência de Lisboa, sem grandes movimentações. O BCP fechou inalterado nos 10 cêntimos. O BPI perdeu 0,20% para os 1,008 euros ao passo que o BES fechou nos 0,807 euros ao ganhar 0,25%. O ESFG cedeu 0,57% para 5,25 euros.

O Banif foi a única cotada da banca que escapou a esta tendência de reduzidas variações e somou 9,09%. Na prática, esta é uma variação de apenas 0,1 cêntimos, que colocou a cotação do banco liderado por Jorge Tomé nos 1,2 cêntimos. É a primeira vez que o Banif sobe desde que as novas acções do banco entraram em bolsa, há mais de uma semana.
 
Outras grandes empresas também apresentaram variações tímidas. A Galp Energia perdeu 0,16% para 12,60 euros ao passo que a EDP recuou 0,11% para 2,70 euros.
 
A Mota-Engil avançou 1,61% para terminar nos 2,784 euros. O consórcio que a Mota-Engil formou com o grupo Odinsa na Colômbia está na "shortlist" de cinco projectos rodoviários em parceria público-privada (PPP) que aquele país está a lançar.
 

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Bolsas norte-americanas encerraram em queda

As bolsas norte-americanas encerraram em queda e o S&P 500 registou mesmo a maior perda semanal desde Junho.
 
 
O Dow Jones recuou 0,47% para os 15.425,44 pontos, o Nasdaq depreciou 0,25% para os 3.660,108 pontos e o S&P 500 0,36% para os 1.691,39 pontos.
 
As bolsas caíram perante os sinais mais evidentes que a Reserva Federal poderá começar a reduzir o programa de compra de títulos de dívida já a partir de Setembro.
 
 
A pressionar estiveram empresas como a Cisco, que perdeu 0,80% para os 26,05 dólares, e a Home Depot, que depreciou 1,24% para os 79,05 dólares.
 
 

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Credit Suisse estima que economia portuguesa saiu de recessão no segundo trimestre

Banco helvético é o terceiro a estimar um crescimento positivo da economia portuguesa no segundo trimestre, face aos três meses anteriores. A Zona Euro também deverá ter saído de recessão.
 
O produto interno bruto de Portugal terá crescido 0,3% no segundo trimestre deste ano, de acordo com a estimativa do Credit Suisse, que antecipa a saída de recessão da economia portuguesa e também da Zona Euro.
 
Num relatório publicado esta quinta-feira, onde antecipa os números relativos ao crescimento da economia europeia, que serão divulgados em breve pelo Eurostat, o banco helvético estima “alguma melhoria” nos dados referentes a Portugal e Grécia. “Em particular, esperamos que Portugal tenha saído de recessão, alcançando um crescimento em cadeia de 0,3%”, refere o Credit Suisse no relatório a que o Negócios teve acesso.
 
Uma economia entra em recessão técnica quando regista dois trimestres consecutivos de contracção em cadeia do PIB (o que no caso de Portugal ocorreu no início de 2011), sendo que esse período de recessão termina assim que ocorre um trimestre de variação positiva no PIB.
 
No caso de Portugal, mesmo que se confirme um crescimento do PIB no segundo trimestre, será cedo para decretar o fim da recessão, já que todas as previsões apontam para que na globalidade do ano de 2013 a variação do PIB seja negativa na ordem dos 2% e que um crescimento moderado só será atingido em 2014. E a variação homóloga do PIB no segundo trimestre continuará ainda de sinal negativo.
 
Além do Credit Suisse, também outras duas instituições já estimaram um crescimento do PIB no segundo trimestre, contra os três meses do ano. A Católica antecipa um crescimento de 0,6% e o Montepio aponta para uma variação positiva de 0,4%. Já o BBVA ainda aguarda uma queda do PIB (-0,2%). A estimativa rápida do INE será publicada na próxima semana.
 
A confirmar-se a estimativa de variação positiva do PIB, será interrompido um ciclo de 10 trimestres sempre em queda.
 
PIB da Zona Euro cresce 0,3%
 
Quanto à Zona Euro como um todo, o Credit Suisse também estima uma saída de recessão, com o PIB a crescer 0,3% no segundo trimestre, exactamente a mesma estimativa do que a antecipada para Portugal.
 
“Este resultado reflecte uma clara melhoria observada num alargado conjunto de indicadores (produção industrial, vendas de carros, retalho) registada em todos os países”, refere o Credit Suisse, que antecipa uma continuação da recuperação da economia europeia, embora o “ritmo permaneça tímido”.
 
O banco acredita que a Alemanha e a França serão os principais motores da saída de recessão da economia da Zona Euro, com os PIB destes dois países a registarem subidas de 0,8% e 0,4%, respectivamente.
 
A Grécia deverá continuar em recessão acentuada, embora menos forte do que nos trimestres anteriores. O PIB deverá ter recuado 3% no segundo trimestre, quando nos primeiros três meses do ano tinha contraído 5,6%. Espanha (-0,1%) e Itália (-0,2%) também devem continuar em recessão técnica, embora também a recuperar face aos trimestres anteriores.
 
 
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Petróleo cai pela quarta sessão consecutiva penalizado pelos receios de retirada de estímulos da Fed

Os preços do crude seguem em queda, apesar das reservas de WTI terem diminuído menos do que o esperado.
 
Os preços do barril de petróleo continuam a recuar, em Londres e em Nova Iorque, na sessão desta quarta-feira.
 
Em Londres, os contratos de venda futura de Brent do Mar do Norte, para Setembro, descem 0,43% para 107,72 dólares, por barril.
 
A tendência negativa é partilhada pelo West Texas Intermediate (WTI), transaccionado em Nova Iorque, que recua 0,29% para 104,99 dólares, por barril. Os futuros de WTI caem pela quarta sessão consecutiva, penalizados pelos receios de que a Reserva Federal norte-americana (Fed) possa retirar estímulos à economia.
 
Dois membros da Fed pronunciaram-se favoravelmente sobre a possibilidade de se começarem a retirar estímulos à economia. Em causa está o programa de compra de activos que tem sido mantido nos 85 mil milhões de dólares por mês. As últimas indicações da Fed apontam para que o programa seja mantido, até que haja sinais claros de recuperação do mercado de trabalho. Esses dados não são ainda visíveis, apesar da queda da taxa de desemprego, para 7,4%.
 
Por outro lado, os inventários das reservas petrolíferas, nos EUA, caíram 1,32 milhões de barris para 363,3 milhões, na última semana, de acordo com o relatório do departamento de energia, do país. As estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg apontavam para uma descida de 1,5 milhões de barris.
 
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Merkel desmente que queira abandonar terceiro mandato antes do fim

A revista "Stern" noticiou que Angela Merkel não tencionava cumprir até ao final o próximo mandato como chanceler, caso seja reeleita. Porta-voz da líder do governo alemão já desmentiu a notícia.
 
Angela Merkel voltou a desmentir uma notícia que dava conta da sua intenção de abandonar o próximo mandato legislativo antes do fim. A chanceler alemã é candidata à reeleição para a liderança do governo da maior economia da Zona Euro.
 
A revista alemã “Stern” avança, esta semana, que “2016 deve ser a data em que ela renúncia, o ano anterior à eleição federal em 2017”, segundo notícia citada pela agência Reuters. A notícia é idêntica a outra que fora adiantada pelo “Bild”, em Abril, e que dava conta de que Merkel poderia demitir-se do cargo em 2015.
 
A semelhança do que ocorreu há quatro meses, a chanceler desmentiu a notícia. O comunicado citado pela agência noticiosa é proveniente do porta-voz de Angela Merkel, que diz que a notícia é “completamente infundada”, referindo o desmentido anterior da chanceler.
 
No desmentido da notícia avançada pelo jornal “Bild”, um dos mais vendidos na Alemanha, Merkel afirmou que pretendia “manter a coligação de centro-direita e trabalhar pelo nosso país e o nosso povo como chanceler durante todo o período legislativo.”
 
 
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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Bolsa encerra a cair mais de 1% com PT a desvalorizar mais de 3%

O PSI-20 caiu pela segunda sessão consecutiva, pressionado essencialmente pela PT, Jerónimo Martins e Grupo EDP. Todas as cotadas encerraram em queda ou sem variação.
 
O principal índice da bolsa nacional perdeu 1,05% para os 5.696,64  pontos, com 18 cotadas em queda e duas inalteradas.
 
Nas bolsas europeias o dia também foi de queda, devido aos receios com a retirada de estímulos por parte da Reserva Federal. O Governador da Fed de Atlanta, Dennis Lockhart, afirmou em entrevista à Market News que se a economia e a criação de emprego recuperar como o previsto, o banco central deverá remover o programa de compra de títulos de dívida.
 
Também o corte de estimativas por parte de várias cotadas europeias - as alemãs Salzgitter e Lanxess - pressionou os índices accionistas.
 
"O mercado nacional foi pressionado pelas quedas mais fortes da Portugal Telecom e Jerónimo Martins, enquanto a banca, que foi pressionada pelos comentários da Fitch, acabou por aliviar dos mínimos do dia", explicou Gualter Pacheco, trader da GoBulling no Porto, em declarações à Reuters. 
 
A Portugal Telecom, que publica os resultados semestraisna próxima semana, foi a cotada que mais pressionou com uma queda de 3,70% para os 2,812 euros. Nas telecomunicações, a Zon Multimédia perdeu 0,18% para os 4,35 euros e a Sonaecom deslizou 1,86% para os 1,74 euros.
 
A Jerónimo Martins também foi determinante para a tendência ao desvalorizar 1,72% para os 14,30 euros, prolongando a tendência negativa que apresenta desde que anunciou os resultados do primeiro semestre.
 
A  pressionar fechou ainda a EDP, que depreciou 1,09% para os 2,634 euros e a sua participada, a EDP Renováveis, que caiu 1,27% para os 3,821 euros. Já a Galp Energia deslizou 0,16% para os 12,50 euros.
 
A banca também pressionou. O BES desvalorizou 0,28% para os 0,725 euros e o Banco BPI depreciou 1,82% para os 0,97 euros. Já o BCP ficou estável nos 0,096 euros.
 
O Goldman Sachs reviu as avaliações do BCP, BES e BPI, após as apresentações de resultados do segundo trimestre. O banco liderado por Ricardo Salgado viu o seu preço-alvo ser elevado em 6% com os analistas a anteciparem a recuperação das receitas.
 
 
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Banca e Jerónimo levam bolsa a cair pela primeira vez em três sessões

O PSI-20 encerrou a desvalorizar pressionado essencialmente pelo sector da banca e pela Jerónimo Martins.
 
O principal índice da bolsa nacional perdeu 0,34% para os 5.757,19 pontos, com seis acções em alta, dez em queda e quatro inalteradas. Na Europa, os índices negoceiam mistos.
 
Por cá, a Jerónimo Martins foi o título que mais pressionou com uma queda de 1,49% para os 14,55 euros. A dona do Pingo Doce continua a reflectir os resultados do primeiro semestre e a desilusão em relação aos números da Polónia.
 
A banca também foi determinante para a tendência, com o BES a cair 1,89% para os 0,727 euros e com o Banco BPI a perder 0,60% para os 0,988 euros. Já o BCP ficou estável nos 0,096 euros.
 
O Banif, que fechou o semestre com um prejuízo de 196 milhões de euros, também ficou sem variação nos 0,012 euros.
 
A travar maiores perdas esteve o sector energético. A Galp Energia subiu 0,64% para os 12,52 euros enquanto a EDP avançou 0,08% para os 2,663 euros. Já a EDP Renováveis caiu 0,23% para os 3,87 euros.
 
 
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