quinta-feira, 10 de outubro de 2013

PT cai mais de 3% com notícia de “reservas” do Governo brasileiro à fusão com a Oi

Acções da operadora fecharam abaixo do nível em que se encontravam antes do acordo para a fusão com a Oi ter sido anunciado. 

 As acções da Portugal Telecom fecharam a cair mais de 3% numa sessão de tendência fortemente positiva no resto da bolsa, com a operadora de telecomunicações a ser penalizada por notícias publicadas no Brasil. 

Os títulos fecharam a cair 3,24% para 3,377 euros, já abaixo dos 3,40 euros a que encerraram na terça-feira da semana passada, vésperas do anúncio do acordo para uma fusão com a brasileira Oi. 

 A pressão negativa de hoje sobre os títulos surgiu no dia em que o “Valor Econômico” noticiou que o Governo brasileiro está a agora a encarar com reservas a operação de fusão entre a Oi e a Portugal Telecom. 

A publicação brasileira dá conta das preocupações do Executivo com o facto de não haver "dinheiro novo" para investimentos no médio prazo. Além disso, salienta os receios com o sucesso do aumento de capital da Oi, entre 7 e 8 mil milhões de reais, que “depende muito da credibilidade da operação no mercado financeiro” e “é considerado duvidoso”.

Nas acções da Oi o efeito está a ser o contrário, com os títulos a subiram 3,17% para 3,91 reais na bolsa brasileira. Deste modo, segundo o “Valor Econômico” os accionistas minoritários e os próprios fundos de pensão controlados pelo Estado podem “adoptar uma atitude mais cautelosa e evitar um aumento de capital na Oi”. 

 Na quarta-feira da semana passada, quando a fusão foi anunciada, as acções da Portugal Telecom chegaram a subir mais de 20%, mas no fecho da sessão marcavam uma subida mais contida de 6,5%. 

As quatro sessões seguintes foram sempre de queda e só ontem os títulos subiram. 


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Diamantino pede desculpas e chora na despedida

 O treinador do Costa do Sol disse que não teve intenção de ofender o povo moçambicano.

O treinador português Diamantino Miranda pediu esta quinta-feira «perdão» pelas declarações proferidas «que podem ferir a suscetibilidade de muita gente».

O treinador convocou uma conferência de imprensa depois de ter sido notificado pelo Ministério do Trabalho moçambicano para abandonar o país nas próximas 48 horas.

«Queria convocar essa conferência de imprensa para tentar, sem entrar em grandes pormenores, explicar o que tinha acontecido em Vilankulos e sem nunca me ter passado pela cabeça ou me ter apercebido que aquela discussão que eu tive com uma pessoa que mais tarde vim a saber que era jornalista tinha sido gravada sem o meu consentimento», começou por dizer o treinador.

O técnico do Costa do Sol disse que nunca pensou mal de Moçambique e dos moçambicanos, justificando «pelas entrevistas dadas em Portugal sobre Moçambique».

Diamantino Miranda sublinhou que as suas declarações foram feitas na emoção do resultado final do jogo.

«Depois de me terem provocado, e é pena que não passem tudo que foi a provocação que foi feita por aquelas pessoas e que os dirigentes do clube e os funcionários viram, a minha reação é natural no futebol. Pode ser criticável nas palavras, mas aquilo que quero deixar bem claro, mesmo depois de ter acontecido o que está a acontecer hoje, nunca me passou pela cabeça ter os contornos que está a ter. Terem levado isto para um campo que nunca sonhei que pudessem levar», explicou.

«A única coisa que quero dizer mesmo sabendo que aconteceu isto é pedir desculpas a toda gente que se sentiu lesada, mesmo pela deturpação que foi feita das palavras e a interpretação mal feita. Quero pedir desculpas a toda gente, aos desportistas em geral, e principalmente áqueles que nada tem a ver com isto e que estão a ser usados que é o povo moçambicano, que levo no coração e de quem eu, sempre desde que aqui cheguei, tive grande consideração», disse Diamantino Miranda.

O treinador foi expulso de Moçambique e terá de deixar o país nas próximas 48 horas. O técnico português disse que os jornalistas moçambicanos vendiam-se por uma tigela de sopa e que eram todos ladrões.


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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Utentes pouparam 50 milhões em medicamentos este ano

A política do medicamento permitiu aos utentes pouparem 50 milhões de euros e, ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), 49 milhões, em 2013, segundo dados do Infarmed relativos ao mês de agosto.

 «Relativamente ao ano 2013, de acordo com dados relativos ao mês de agosto, as diferentes medidas permitiram gerar poupanças de cerca de 50 milhões de euros para o utente e de 49 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde», revela a autoridade do medicamento,em comunicado.

O Infarmed dá ainda conta de que, nos últimos dois anos, a evolução do mercado de medicamentos tem registado uma «profunda alteração», com vista a reduzir as despesas do cidadão com as terapêuticas e contribuir para a redução da despesa do SNS com medicamentos.

Segundo o Infarmed, ao longo dos últimos anos o preço médio de medicamentos tem descido drasticamente: menos 17%, desde 2011, e menos de 21%, desde 2007.

«Uma das medidas foi a revisão de preços ocorrida em 2012, que permitiu uma redução substancial do preço dos medicamentos», sublinha.


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Galp e PT determinam queda do PSI-20 pela segunda sessão consecutiva

A bolsa de Lisboa encerrou, pela segunda sessão consecutiva, em terreno negativo. Na Europa, o sentimento também foi negativo, com a paralisação do Governo federal e o impasse orçamental nos EUA a pressionarem o comportamento dos principais índices bolsistas.

O PSI-20 encerrou em terreno negativo, desvalorizando 0,64% para os 5.958,87 pontos, com dez cotadas em terreno negativo, sete empresas no verde e três inalteradas. Esta é segunda sessão consecutiva em que o principal índice da praça de Lisboa encerra no vermelho.

Na Europa, o sentimento foi também negativo, com excepção para a praça grega que registou ganhos de 1,47%. A penalizar as principais praças do Velho Continente está a situação nos Estados Unidos.

A paralisação governamental começou há, precisamente, uma semana. Milhares de trabalhadores do governo federal norte-americano continuam em casa, sem receberem, e vários serviços considerados como não essenciais estão encerrados. O impasse em torno do limite da dívida dos Estados Unidos e as negociações para o Orçamento deste novo ano fiscal - que na maior economia do mundo começa a 1 de Outubro - estão na origem desta paralisação.

No mercado há ainda os receios de que os Estados Unidos fiquem sem verbas para honrar os seus compromissos. Um documento do Departamento do Orçamento do Congresso, de acordo com a Bloomberg, revela que os EUA ficarão sem dinheiro entre 22 de Outubro e 31 de Outubro.

Por cá, a contribuir para o desempenho negativo do principal índice da praça de Lisboa estiveram os títulos da Galp Energia e da PT.

A petrolífera encerrou a cair 1,41% para os 12,225 euros. A tendência no restante sector energético foi negativa com a EDP a recuar 0,90% para os 2,522 euros e a EDP Renováveis desvalorizou 0,24% para os 3,791 euros.

Esta terça-feira, o Goldman Sachs emitiu uma nota de análise em que refere que as medidas propostas pelo Governo - no âmbito do Orçamento do Estado para o próximo ano - para o mercado de electricidade terão um custo de 35 milhões, para a EDP. Os analistas alertam que o custo anual vai crescer até 65 milhões, três anos depois. O preço-alvo e a recomendação da EDP foram colocados “sob revisão”, assim como os da REN. A Redes Energéticas Nacionais encerrou inalterada nos 2,18 euros.

A pressionar o desempenho bolsista do PSI-20 esteve também a Portugal Telecom que caiu 1,19% para os 3,398 euros. No restante sector, a Zon Optimus valorizou 0,32% para os 4,715 euros e a Sonaecom subiu 1,20% para os 2,186 euros.

A Jerónimo Martins, dona dos supermercados Pingo Doce, também encerrou a sessão do lado das perdas desvalorizando 0,28% para os 14 euros. Já a concorrente Sonae, dona dos hipermercados Continente, apreciou 0,11% para os 0,928 euros.

A travar uma queda mais expressiva da praça nacional esteve o sector financeiro com destaque para o BPI que subiu 4% para os 1,04 euros. O BES encerrou também no verde, valorizando 0,33% para 0,921 euros. A contrariar a tendência positiva do sector esteve o BCP que caiu 3% para os 0,097 euros.


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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Fundo de investimento dos EUA supera 2% na EDP

IFA ultrapassou 2% na eléctrica dois dias antes de ser anunciada nova taxa sobre os produtores de energia, com destaque para a EDP.

O fundo norte-americano Income Fund of America (IFA) passou a ser detentor de mais de 2% da EDP.

De acordo com o comunicado enviado esta segunda-feira pela empresa, o IFA, fundo de investimento mútuo norte-americano, tem 73.654.630 da EDP, 2,01% do capital social, na sua carteira.

A “barreira” dos 2% - a partir da qual passa a deter uma participação qualificada -  foi superada pelo fundo norte-americano com a compra de 1.273.911 acções, correspondentes a 0,035% dos direitos de voto da EDP, a 1 de Outubro.

Dois dias depois, a eléctrica passou a estar debaixo de fogo com o anúncio, por parte do Governo, de uma descida das rendas pagas aos produtores de energia. Os analistas consideram que esta medida poderá ser negativa para a EDP.

Pressionada pela notícia, a eléctrica nacional já perdeu 5,6% do valor em bolsa desde 1 de Outubro.

No comunicado desta quinta-feira, a eléctrica informa que o IFA “conferiu poderes à Capital Research and Management Company para exercício dos direitos de voto correspondente a esta participação qualificada”.

“Desta forma, as acções detidas pelo IFA também são imputáveis à Capital Research and Management Company embora o IFA seja o detentor directo das acções”, adianta a mesma fonte.

A Capital Research é a quarta maior accionista da EDP, com 5,01%, através da China Three Gorges (21,35%), da Iberdrola (6,66%) e da Opiddum (6,18%).

Na sessão desta segunda-feira, a eléctrica liderada por António Mexia perdeu 1,59% para negociar nos 2,545 euros.



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sábado, 5 de outubro de 2013

ABC Natal FC vs Palmeiras São Paulo

Se assim o desejar, veja online o jogo entre as equipas Brasileiras do  ABC Natal FC e o Palmeiras São Paulo, clicando no link abaixo indicado.

 Transmissão agendada para as 20:20 (Hora Portuguesa)

  Link »»»»  ABC Natal FC vs Palmeiras São Paulo


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

PT sobe 6,5% e regista maior volume desde a rejeição da OPA da Sonaecom

A operadora nacional chegou a subir mais de 22% após o anúncio de fusão com a Oi, mas acabou por moderar os ganhos ao longo da sessão. Ainda assim, trocaram de mãos 72,29 milhões de acções da PT, o valor mais elevado desde Fevereiro de 2007.

A Portugal Telecom e a Oi anunciaram esta quarta-feira, ainda antes da abertura da bolsa, que celebraram um acordo com vista à fusão das duas companhias e que criará um novo operador luso-brasileiro de telecomunicações. Uma notícia bem recebida pelos investidores, já que a operadora chegou a disparar 22,79% para os 4,175 euros (máximos de 15 de Março deste ano).

Também a liquidez desde logo se acentuou. Pelas 12h, já o volume negociado estava tão elevado quanto em Setembro de 2009, fechando em níveis máximos desde que a Portugal Telecom rejeitou a OPA da Sonaecom, ou seja desde Fevereiro de 2007, com 72,29 milhões de títulos negociados.

Quanto à valorização, a Portugal Telecom acabou por encerrar a subir 6,50% para os 3,621 euros. Isto representa a maior valorização de fecho desde dia 4 de Junho deste ano e a cotação (também de fecho) mais elevada desde Maio deste ano.

Em média, costumam ser transaccionadas 6 milhões de acções por sessão (número que tem como base os últimos seis meses).

Um entusiasmo que foi extensível ao restante sector, já que a Zon Optimus subiu 3,22% para os 4,676 euros e a Sonaecom apreciou 1,25% para os 2,106 euros.

As acções da Oi também estão a registar uma subida acentuada, valorizando 11,14% para 4,69 reais.


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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

BES está nas preferências do Citigroup para estar exposto à periferia da Europa

Nas preferência do Citigroup para os bancos da periferia da Europa estão o BES, o Bankinter, o BBVA e o UniCredit. Os analistas acreditam que a reestruturação e respectiva recuperação dos ganhos são factores que estão a ser subvalorizados pelo mercado.
 
 
 
Uma nota de “research” emitida pelo Citigroup reitera a recomendação de “overweight” para o sector da banca, indicando aos clientes que adquiram uma exposição a estas acções superior à média dos restantes títulos detidos. Os analistas acreditam que o sector está num ponto de inflexão.
 
No caso particular do BES, os analistas do Citi acreditam que o banco português possa atingir para o período compreendido entre 2013 e 2015 um RoE (Return on Equity), ou seja, uma capacidade de crescimento usando os seus próprios recursos, de duplos dígitos, num ambiente “normal”.
 
O Citigroup integra o BES na lista de bancos a que os investidores devem investir, caso queiram estar expostos à periferia europeia.   
 
Segundo a nota de “research”, os bancos têm cortes planeados nos custos de cerca de 10%, sendo que nas instituições mais ambiciosas a percentagem anda entre os 15% e os 20%. No caso do BES, o banco português anunciou um corte de 100 milhões, cerca de 14% dos seus custos, para o período entre 2013 e 2015.
 
Os analistas do Citi têm definido um preço-alvo de 1,30 euros por título do BES, com a recomendação de “comprar”. No caso do BPI, a recomendação é “neutral”, com um preço-alvo de 1,25 euros.
 
As acções do BES fecharam esta quarta-feira a subir 0,12% para os 0,82 euros. Uma cotação que implica um potencial de subida de 58,53% face à nova avaliação do Citigroup.
 
No caso do BPI, as acções fecharam a subir 0,11% para 0,948 euros. esta cotação implica um potencial de valorização de 31,85% face à nova avaliação do Citigroup.
 
 
 
In' Jornal de Negócios

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Moody’s alerta para aumento do malparado em Espanha

Em Julho, a morosidade de pagamento dos empréstimos à habitação e do crédito concedido a pequenas e médias empresas (PME) em Espanha fixou-se em 11,97%. Face a este valor, a agência de “rating” alerta para as consequências negativas para a banca espanhola, que enfrenta uma “erosão acelerada das receitas” e vê dificultada a tarefa de cumprir com as exigências de capital.

 

O crédito malparado relativo a empréstimos à habitação e a empréstimos a PME (com excepção das empresas do sector imobiliário) registou um “forte aumento” em Junho e Julho.

Segundo os dados do Banco de Espanha, a morosidade de pagamento dos devedores fixou-se em 11,6% em Junho, tendo avançado ainda mais em Julho, para 11,97%. Durante o segundo trimestre do ano, só o crédito malparado dos empréstimos à habitação avançou para 4,9%, quando no final de Março se fixava em 4%.

Face a este atraso crescente no pagamento dos créditos concedidos pelos bancos espanhóis, a Moody’s alerta para as consequências negativas que tal demora acarreta junto da banca.

“Os dados apontam para uma acelerada erosão das receitas da banca e da sua capacidade em cumprir as exigências de capital”, indica a agência de notação, citada pelo “El Mundo”. Em linha com os dados conhecidos, a Moody’s espera que o crédito malparado continue em níveis elevados, em consequência da “persistente debilidade económica” de Espanha.

“Este tipo de activos foi relativamente resistente durante as primeiras fases da crise financeira, mas este aumento trimestral aponta para um aumento dos empréstimos problemáticos”, refere a agência. Como explicação, a Moody’s recorda que a recessão da economia espanhola e os elevados níveis de desemprego “reduziram os rendimentos disponíveis dos tomadores de empréstimos para pagarem as dívidas”.

Apesar das transferências de crédito malparado para a Sociedade de Gestão de Activos Imobiliários Precedentes da Reestruturação Bancária (Sareb), a morosidade das empresas do sector imobiliário também aumentou. No final de Junho, o malparado fixou-se num novo máximo de 30,6%. No final de Março, o valor era de 28%.

“Na nossa opinião, o ajuste antecipado do sector imobiliário ainda não se materializou completamente e a depreciação dos preços dos imóveis vai continuar”, indicam os analistas da Moody’s.




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terça-feira, 17 de setembro de 2013

“Swaps” em Portugal chegam ao Parlamento alemão

O Ministério das Finanças alemão enviou uma carta ao Parlamento onde explica que o Governo português está a negociar com a banca contratos “swaps”, mas ainda “não é possível” apurar o impacto no Orçamento do Estado.
 
O Governo português está em negociações com os bancos “com o objectivo de reduzir esses encargos”, revelou o Ministério das Finanças alemão numa carta, datada de 16 de Setembro, enviada ao Parlamento alemão, a que a Bloomberg teve acesso. Em causa está a negociação dos contratos de “swaps” realizados entre empresas públicas e bancos que o Executivo português está a fazer para tentar reduzir as perdas potenciais associadas a estes contratos.
 
No final do ano passado, as perdas potenciais destes contratos chegaram a ser de três mil milhões de euros, tendo já sido reduzidas para cerca de 1,5 mil milhões de euros.
 
“Ainda não é possível” saber qual o impacto estimado dos encargos com os “swaps” no Orçamento português, adianta o Ministério, que cita a informação cedida pelo próprio Executivo liderado por Passos Coelho.
 
A Bloomberg não explica em que contexto foi enviada a carta, não se conseguindo perceber se foi a pedido dos deputados ou se iniciativa do próprio Ministério. Sendo a Alemanha o maior fiador dos resgates europeus, esta carta possivelmente terá sido fornecida no envio de informação regular que o Ministério tem de prestar ao Parlamento alemão.
 
Na mesma carta, o Ministério tutelado por Wolfgang Schäuble salienta que, de qualquer forma, as regras europeias determinam que as poupanças conseguidas através de negociação de “swaps” não são consideradas como redução de dívida, assumindo assim que, o impacto será limitado.
 
Na mesma carta é referido que Portugal está numa fase “determinante” do seu programa de ajustamento.
 
 
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