terça-feira, 6 de agosto de 2013

Bolsa encerra a cair mais de 1% com PT a desvalorizar mais de 3%

O PSI-20 caiu pela segunda sessão consecutiva, pressionado essencialmente pela PT, Jerónimo Martins e Grupo EDP. Todas as cotadas encerraram em queda ou sem variação.
 
O principal índice da bolsa nacional perdeu 1,05% para os 5.696,64  pontos, com 18 cotadas em queda e duas inalteradas.
 
Nas bolsas europeias o dia também foi de queda, devido aos receios com a retirada de estímulos por parte da Reserva Federal. O Governador da Fed de Atlanta, Dennis Lockhart, afirmou em entrevista à Market News que se a economia e a criação de emprego recuperar como o previsto, o banco central deverá remover o programa de compra de títulos de dívida.
 
Também o corte de estimativas por parte de várias cotadas europeias - as alemãs Salzgitter e Lanxess - pressionou os índices accionistas.
 
"O mercado nacional foi pressionado pelas quedas mais fortes da Portugal Telecom e Jerónimo Martins, enquanto a banca, que foi pressionada pelos comentários da Fitch, acabou por aliviar dos mínimos do dia", explicou Gualter Pacheco, trader da GoBulling no Porto, em declarações à Reuters. 
 
A Portugal Telecom, que publica os resultados semestraisna próxima semana, foi a cotada que mais pressionou com uma queda de 3,70% para os 2,812 euros. Nas telecomunicações, a Zon Multimédia perdeu 0,18% para os 4,35 euros e a Sonaecom deslizou 1,86% para os 1,74 euros.
 
A Jerónimo Martins também foi determinante para a tendência ao desvalorizar 1,72% para os 14,30 euros, prolongando a tendência negativa que apresenta desde que anunciou os resultados do primeiro semestre.
 
A  pressionar fechou ainda a EDP, que depreciou 1,09% para os 2,634 euros e a sua participada, a EDP Renováveis, que caiu 1,27% para os 3,821 euros. Já a Galp Energia deslizou 0,16% para os 12,50 euros.
 
A banca também pressionou. O BES desvalorizou 0,28% para os 0,725 euros e o Banco BPI depreciou 1,82% para os 0,97 euros. Já o BCP ficou estável nos 0,096 euros.
 
O Goldman Sachs reviu as avaliações do BCP, BES e BPI, após as apresentações de resultados do segundo trimestre. O banco liderado por Ricardo Salgado viu o seu preço-alvo ser elevado em 6% com os analistas a anteciparem a recuperação das receitas.
 
 
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Banca e Jerónimo levam bolsa a cair pela primeira vez em três sessões

O PSI-20 encerrou a desvalorizar pressionado essencialmente pelo sector da banca e pela Jerónimo Martins.
 
O principal índice da bolsa nacional perdeu 0,34% para os 5.757,19 pontos, com seis acções em alta, dez em queda e quatro inalteradas. Na Europa, os índices negoceiam mistos.
 
Por cá, a Jerónimo Martins foi o título que mais pressionou com uma queda de 1,49% para os 14,55 euros. A dona do Pingo Doce continua a reflectir os resultados do primeiro semestre e a desilusão em relação aos números da Polónia.
 
A banca também foi determinante para a tendência, com o BES a cair 1,89% para os 0,727 euros e com o Banco BPI a perder 0,60% para os 0,988 euros. Já o BCP ficou estável nos 0,096 euros.
 
O Banif, que fechou o semestre com um prejuízo de 196 milhões de euros, também ficou sem variação nos 0,012 euros.
 
A travar maiores perdas esteve o sector energético. A Galp Energia subiu 0,64% para os 12,52 euros enquanto a EDP avançou 0,08% para os 2,663 euros. Já a EDP Renováveis caiu 0,23% para os 3,87 euros.
 
 
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Ellen DeGeneres apresenta a próxima edição dos Óscares

 

A atriz norte-americana Ellen DeGeneres vai apresentar a próxima edição dos Óscares, função que repete depois de ter apresentado a gala de 2007.
 
"Estamos entusiasmados por termos Ellen à frente dos Óscares", indicaram Craig Zadan e Neil Meron, produtores da cerimónia, em comunicado citado pela agência noticiosa espanhola EFE.
Os produtores da gala destacaram o "dom [de Ellen DeGeneres] para a comédia", assim como a sua "humanidade" e "bondade".
 
A atriz revelou a informação através da rede social Twitter, que foi confirmada minutos depois num comunicado da Academia de Hollywood.
 
DeGeneres, de 55 anos, é uma referência na televisão norte-americana devido a um programa com o seu nome que já ganhou 45 prémios Emmy em 10 temporadas.
 
Descoberta no final da década de 1980 em espetáculos de "stand up", DeGeneres estreou-se na televisão em 1989, na "sitcom" Open House, passando a liderar o seu próprio elenco em Ellen, comédia estreada em 1994, em que desempenhava o papel de uma livreira ("Buy the book").
 
Durante esta série, que foi transmitida em Portugal pela RTP2, DeGeneres viria a revelar a sua homossexualidade.
 
The Ellen Show estreou-se em 2001, ainda no formato de comédia, sucedendo-se The Ellen DeGeneres Show, em 2003, com o formato de "talk show", que se mantém em produção.
 
A 86.ª edição dos Óscares realiza-se a 02 de março de 2014, no teatro Dolby, em Hollywood.



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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Acções do Lloyds disparam mais de 8% após divulgação de resultados positivos

As acções do Lloyds Banking Group, liderado pelo português António Horta Osório, chegaram esta quinta-feira a máximos de mais de dois anos e meio, ao subirem quase 10%, depois de apresentar os primeiros lucros semestrais dos últimos três anos.
 
O comportamento das acções do Lloyds, que terminaram o dia a subir 8,08%, tendo tocado em máximos de mais de dois anos e meio, explica-se essencialmente através de três factores chave: os resultados apresentados relativos ao primeiro semestre do ano, a possibilidade de regresso aos dividendos e a cada vez mais provável saída do Tesouro britânico do capital do banco.
 
As acções avançaram 8,08% para 74 pence, depois de terem estado a avançar 9,42% para 74,92 pence, o que corresponde ao valor mais elevado desde o fecho de 6 de Outubro de 2010.
 
O resultado líquido do Lloyds foi de 1,56 mil milhões de libras (1,8 mil milhões de euros) no primeiro semestre do ano, o que compara com um prejuízo de 697 milhões de libras registado em igual período do ano passado, revelou esta quinta-feira o banco, citado pela Bloomberg.
 
O segundo factor para o bom desempenho dos títulos do banco britânico prende-se com o facto da Bloomberg avançar que o Lloyds poderá voltar a distribuir dividendos, depois do resgate de que foi alvo, em 2009.
 
O terceiro factor está relacionado com a cada vez mais elevada probabilidade do Lloyds se soltar do Estado, através da venda dos 39% de acções que o Tesouro britânico detém no banco.
 
Desde o dia 17 de Maio que as acções do Lloyds ultrapassaram a barreira dos 61 pence, valor a que o Tesouro britânico revelou ser o limite a partir do qual o dinheiro injectado no banco passaria a ser rentável.
 
Desde o início do ano, as acções do Lloyds avançaram 54,44%, ou seja, 26,085 pence, o que torna o banco liderado por Horta Osório um dos com melhor desempenho do mundo em 2013.
 
 
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Galp e EDP ultrapassam Jerónimo Martins no "ranking" das cotadas mais valiosas

No início da semana, e reflectindo o comportamento normal do PSI-20, a Jerónimo Martins era a empresa mais valiosa em bolsa, com uma capitalização de mercado de 10,01 mil milhões de euros. Hoje, quinta-feira, a Galp Energia assume a liderança e a dona dos supermercados Pingo Doce passa directamente para o terceiro posto da lista.
 
De segunda a quinta-feira, as acções da Jerónimo Martins perderam cerca de 1,5 euros por título, fruto de um “fraco conjunto de resultados” no segundo trimestre de 2013 devido ao “pobre” desempenho das vendas na Polónia, que para o Barclays foi o pior de sempre.
 
Esta depreciação de cerca de 9% em menos de três dias levou a uma diminuição da capitalização de mercado de 10,01 mil milhões de euros para 8,99 mil milhões. Este deslize tirou a empresa do primeiro lugar da lista de empresas mais valiosas do PSI-20, sendo agora suplantada pelo Galp Energia e pela EDP, com capitalizações de mercado em torno dos 10 mil milhões.
 
Mas a queda da empresa liderada por Pedro Soares dos Santos já vem de antes da apresentação dos resultados. Há sete dias que os títulos estão a cair, acumulando neste período uma descida acima dos dois dígitos.
 
Com estas quedas recentes, a Jerónimo Martins está negativa no ano. As acções acumulam uma queda de 0,31%, depois de acumularem ganhos nos últimos quatro anos. Por outro lado, a Galp Energia, agora a empresa portuguesa com maior capitalização de mercado, já registou um avanço de 4,59% desde o início do ano, ao passo que a EDP, a segunda da lista, apreciou 16,51%.
 
Polónia desilude
 
As receitas das lojas da Biedronka que estavam abertas há um ano (“like-for-like” ou LfL) ficaram aquém das estimativas, desapontando o mercado. Durante a sessão de ontem, quarta-feira, a dona dos supermercados Pingo Doce chegou a cair 13,9% para 13,50 euros, tocando em mínimos de 31 de Outubro de 2012.
 
Os analistas têm consciência que o fraco desempenho do trimestre reduziu a visibilidade do potencial de crescimento da Biedronka, mas ainda assim acreditam que a unidade está a ganhar o seu espaço na Polónia, devido à sua escala superior, densidade de vendas, e lucros, que deverão assegurar taxas de crescimento respeitáveis num ambiente macroeconómico menos áspero.
 
O BESI decidiu também manter a recomendação de “comprar”, mas reviu em baixa o preço-alvo das acções da Jerónimo Martins para 17 euros, o que confere às acções da empresa um potencial de valorização de 18,13% face ao valor actual de 14,39 euros.
 
Face a estes resultados, os analistas do Citi e do BESI mantiveram a recomendação de “comprar” mas reviram em baixa o preço-alvo da retalhista, de 20 e 18,7 euros para 17 euros, o que lhe confere uma potencial valorização de 16,79% face à cotação actual de 14,555 euros.
 
 
 
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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Bolsa nacional sobe 3% no mês da crise política

Os investidores parecem ter esquecido a crise política que abalou o país e que deixou o futuro de Portugal em suspenso durante três semanas. A bolsa nacional subiu mais de 3% no acumulado do mês, com o BES e a Zon a serem os destaques, ao avançarem mais de 18%.
 
A bolsa nacional fecho o mês de Julho com um ganho de 2,96% para 5.721,46 pontos, interrompendo assim dois meses consecutivos de perdas. Após o comportamento deste mês, o PSI-20 volta a estar em terreno positivo no acumulado do ano, registando uma subida de 1,17%.
 
Este mês foi marcado pela crise política. Foi logo a 1 de Julho que Vítor Gaspar apresentou a sua demissão. A bolsa perdeu 1,5% na terça-feira em reacção à notícia. Mas a “bomba” chegou no dia 2, quando Paulo Portas apresentou a sua demissão por discordar sobre a nomeação de Maria Luís Albuquerque para substituir Gaspar. Nesse dia o PSI-20 ainda chegou a reflectir na última meia hora de negociação, mas foi na quarta-feira que o tombo se deu, levando a bolsa a perder mais de 5%.
 
Contudo, Passos Coelho não aceitou a demissão do então ministro dos Negócios Estrangeiros e anunciou que ia iniciar conversações com o líder do CDS para chegarem a acordo. No final da semana foi entregar uma proposta a Cavaco Silva. No sábado, 6 de Julho, anunciou que o acordo estipulava que Paulo Portas passasse a vice-primeiro-ministro, com a responsabilidade de coordenação económica, coordenação com a troika e a reforma do Estado. Dias depois Cavaco Silva anunciou ao país que não ia agendar eleições e apelou a um entendimento alargado entre os três partidos que assinaram o memorando de entendimento.
 
Os mercados reagiram mal ao facto do Presidente da República não ter aprovado a remodelação do Governo, mas só levaram a bolsa a perder 2%. Em mente tinham o facto de Cavaco Silva ter-se recusado a convocar eleições antecipadas.
 
Mas a acalmia foi até sexta-feira, no dia do debate do Estado da Nação. António José Seguro afirmou que é preciso renegociar o programa. E apesar de nada do que disse ser novo no seu discurso, havia uma alteração: a imprensa internacional estava centrada na realidade nacional e as suas palavras ecoaram por toda a Europa, como se tratasse de uma posição que poderia pôr em risco o cumprimento do memorando de entendimento.
 
Durante a semana seguinte procederam-se as negociações entre os partidos políticos, tendo Seguro anunciado que não havia acordo na sexta-feira, 19 de Julho. No domingo, dia 21, Cavaco Silva fez nova declaração ao país: daria posse ao Governo apresentado por Passos Coelho.
 
Os mercados respiraram de alívio e levaram a bolsa a subir mais de 2% na segunda-feira seguinte.
 
15 cotadas apresentaram resultados
 
Mas não foram apenas os episódios políticos que marcaram o mês. A época de apresentação de resultados começou no dia 19, com a Portucel a dar o tiro de partida.
 
A tendência tem sido maioritariamente de queda, numa altura em que o contexto económico é adverso e em que as empresas estão a encarar dificuldades em fazer crescer as suas receitas.
 
Das 25 cotadas que apresentaram os seus números, apenas seis reportaram melhorias dos seus lucros e quatro cotadas apresentaram mesmo prejuízos.
 
Pela positiva destaque para a Impresa que conseguiu regressar aos lucros no primeiro semestre. Do lado negativo esteve o BES que reportou um prejuízo de 237,4 milhões de euros.
 
BES e Zon sobem mais de 18%
 
As “estrelas” do mês foram o BES e a Zon, ambos com ganhos superiores a 18%. Mas por razões diferentes.
 
O BES tem sido fortemente fustigado este ano pela crise política e pela recente subida das taxas de juro implícita nas obrigações. Apesar da subida de 18% registada ao longo do mês, o banco liderado por Ricardo Salgado continua a acumular uma perda de 18,44% desde o início do ano, pelo que a subida deste mês reflecte o acalmar da crise política – o BES subiu mais de 10% no dia a seguir ao Presidente da República ter anunciado que ia dar posse ao Governo.
 
Já a Zon beneficiou essencialmente de dois factores: melhoria dos resultados semestrais e aprovação por parte da Autoridade da Concorrência da fusão com a Optimus, ainda que com remédios.
 
As acções da operadora liderada por Rodrigo Costa fecharam o mês a valer 4,40 euros, tendo registado um acréscimo de 18,60%. A Zon tocou mesmo no valor mais elevado desde 15 de Janeiro de 2010 ao tocar nos 4,475 euros. Em máximos de 19 de Janeiro de 2010 esteve também a Sonaecom no último dia de negociação. As acções fecharam a valer 1,782 euros, mais 14,45% do que no mês passado, tendo tocado nos 1,847 euros.
 
Do lado oposto esteve o Banif que perdeu 84,95% este mês. A grande quebra foi precisamente no último dia do mês, altura em que passaram a negociar as novas acções provenientes do aumento de capital. O Banif fechou a valer 1,4 cêntimos, depois de ter chegado a perder mais de 78% na sessão para 1 cêntimo. O volume de acções negociadas do Banif disparou esta quarta-feira para 1,42 mil milhões, o que compara com a média de dois milhões de títulos negociados por dia nos últimos seis meses.
 
 
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Wall Street termina o mês com o maior ganho desde Janeiro

As bolsas americanas fecharam a última sessão do mês a subir, elevando os ganhos para valores em tornos dos 5%. O S&P500 acumulou o maior ganho mensal desde Janeiro deste ano. A contribuir para este comportamento estiveram os dados económicos e os resultados de empresas.
 
O Dow Jones desceu 0,14% para 15.499,54 pontos esta quarta-feira,  fechando um mês com uma subida de 3,96%, a maior desde Janeiro. O Nasdaq avançou 0,27% para 3.626,37 pontos, aumentando para 6,56% o ganho em Junho, o que corresponde à maior subida mensal desde Janeiro de 2012. Já o S&P500 subiu hoje 0,08% para 1.687,32 pontos, acumulando assim 5% no mês, a maior subida desde Janeiro de 2013.
 
As bolsas americanas fecharam assim em alta ligeira, no dia em que foi divulgado um crescimento da economia acima do esperado, um número de contratações superior ao previsto e a manutenção dos estímulos económicos por parte da Reserva Federal (Fed) dos EUA.
 
O produto interno bruto (PIB) dos EUA cresceu 1,7% no segundo trimestre, o que compara com a estimativa média de 1% apontada pelos economistas consultados pela Bloomberg.
 
Soube-se esta quarta-feira que as empresas nos Estados Unidos contrataram mais funcionários do que aqueles que eram esperados pelos economistas no presente mês de Julho. Verificou-se um aumento de 200 mil funcionários em Julho, o que ficou acima da contratação de 180 mil trabalhadores que era antecipada pelos economistas consultados pela Bloomberg. Foi a maior subida mensal desde o início do ano.
 
A contribuir para a subida desta sessão esteve o final da reunião da Fed, ainda que os índices tenham aliviado dos ganhos na última hora de negociação. Os dados económicos parecem mais animadores, o que levou a que Fed tenha descrito o ritmo de crescimento da economia como “modesto” no primeiro semestre do ano, sendo que na última reunião o termo usado foi “moderado”.
 
Os responsáveis reiteraram que será importante que o mercado de trabalho dê sinais explícitos de recuperação antes de se começar a retirar estímulos à economia. Será portante determinante que a taxa de desemprego, actualmente nos 7,6%, diminua. O que deixou os investidores menos apreensivos com um possível corte num espaço curto dos estímulos económicos.
 
Julho foi um mês recheado de resultados de cotadas. Entre as empresas que já apresentaram os seus números do segundo trimestre do ano, 73% superaram as estimativas dos analistas em termos de lucros e 56% em termos de receitas, o que também contribuiu para a subidas das bolsas.
 
Facebook supera os 38 dólares
 
As acções do Facebook desceram 2,2% para 36,80 dólares, tendo chegado a negociar nos 38,21 dólares esta sessão, superando pela primeira vez o valor a que foram vendidos os títulos na oferta pública inicial (IPO, na singla em inglês).
 
Só no primeiro dia de negociação, a 18 de Maio de 2012, é que dos títulos chegaram a superar os 38 dólares, tendo transaccionado nos 45 dólares. A subida das acções surge depois de a empresa ter anunciado que vai avançar com vídeos de publicidade na rede social. Duas fontes próximas do assunto, citadas pela Bloomberg, adiantam que o Facebook tenciona vender até 2,5 milhões de dólares por dia em “spots” publicitários.
 
 
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terça-feira, 30 de julho de 2013

Bolsa nacional fecha a avançar mais de 0,5% impulsionada pela EDP e BCP

A bolsa nacional fechou esta terça-feira a subir 0,63%, animada pelos títulos da EDP, BCP e Galp Energia e acompanhando a tendência registada em toda a Europa.
 
O principal índice da bolsa nacional avançou 0,63% para os 5.788,83 pontos, com 13 cotadas em alta e cinco em queda e duas inalteradas.
 
A EDP foi a empresa que mais impulsionou o índice nacional, ao registar uma subida de 1,62% para 2,642 euros por acção, seguida pelo BCP que apreciou 2,13% para 0,096 euros por título.
 
Também a Galp Energia e a Zon estiveram em bom plano com avanços de 0,71% e 2,74% para 12,09 euros e 4,314 euros, respectivamente. A operadora liderada por Rodrigo Costa encontra-se em máximos de 21 de Janeiro de 2010 quando tocou nos 4,38 euros por acção.
 
No sector bancário a tendência foi de subida, com o BES a apreciar 0,97% para 0,728 euros, o BPI a avançar 0,10% para 1,00 euro. O Banif fechou inalterado nos 0,047 euros e o ESFG foi o único a registar um recuo, de 0,11% para 5,24 euros.
 
O BCP revelou esta segunda-feira, após o fecho do mercado, que registou prejuízos de 488,2 milhões de euros no primeiro semestre de 2013. Este valor compara com uma perda de 544,3 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano passado mas, ainda assim, superou as previsões do mercado (445 milhões de euros).
 
A contribuir para o prejuízo do banco esteve a imparidade no valor de 121,7 milhões de euros devido à subscrição de acções ordinárias do Piraeus Bank e à operação de descontinuação da unidade grega.
 
A impedir maiores ganhos do índice nacional estiveram a Jerónimo Martins e a Semapa, que depreciaram 1,41% e 0,68% para 15,68 euros e 6,565 euros, respectivamente.
 
Fora do PSI-20, destaque para as acções da Impresa que registaram uma valorização de 10% para os 0,66 euros, tendo estado a avançar 13,33% para 0,68 euros por acção. No primeiro semestre do ano, a dona da SIC regressou aos lucros, com um resultado líquido de 3,2 milhões de euros. O grupo teve, pela última vez, resultados positivos no segundo trimestre de 2012.
 
Os resultados divulgados esta segunda-feira devem-se ao desempenho do segundo trimestre de 2013, no qual a “holding” de media alcançou um lucro de 4,1 milhões de euros, o que compara com um resultado positivo de 2,2 milhões de euros alcançado mesmo período homólogo. No primeiro trimestre do ano, a Impresa registou um resultado líquido negativo de 857,8 milhões de euros.
 
 
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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Novabase propõe dividendo extraordinário de 0,50 euros

A tecnológica quer distribuir 15,7 milhões de euros pelos accionistas, o que equivale a 0,50 euros por acção. A remuneração tem uma rendibilidade de 19,9% face ao preço de fecho do título.
 
A Novabase pretende pagar um dividendo extraordinário de 0,50 euros aos accionistas, como forma de distribuir as reservas e os resultados acumulados. A palavra será dada aos accionistas a 25 de Setembro numa assembleia-geral extraordinária.
 
O conselho de administração da tecnológica, liderado por Rogério Carapuça, propôs a realização de uma assembleia-geral extraordinária a 25 de Setembro deste ano, em que um dos pontos em discussão é a distribuição de reservas e resultados acumulados.
 
A administração leva a discussão o pagamento global de 15,7 milhões de euros aos accionistas, o que corresponde a 0,50 cêntimos por acção, de acordo com o comunicado emitido através do site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
 
O valor do dividendo proposto, 0,50 euros, compara com a cotação de 2,51 euros a que encerraram os títulos da empresa portuguesa. O “dividend yield”, indicador que mede o preço do dividendo em relação ao valor da acção, é de 19,9%.
 
A remuneração accionista da Novabase anunciada esta segunda-feira, 29 de Julho, compara com os 0,10 euros pagos como dividendo regular, em Junho deste ano.
 
Até 2010, a tecnológica sob o comando executivo de Luís Paulo Salvado (na foto) não distribuiu dividendos. Nesse ano, começou por pagar um dividendo de 0,32 euros a que juntou 0,18 euros de libertação de capital, numa remuneração global aos accionistas de 0,50 euros.
 
Nos anos seguintes (2010, 2011 e 2012), pagou dividendos regulares de 0,13 euros, 0,03 euros e 0,10 euros, respectivamente. Em 2013, além dos 0,10 euros de dividendo regular, deverá pagar a referida remuneração extraordinária de 0,50 euros.
 
“A sociedade mantém intacta a sua capacidade financeira para execução dos planos de investimento delineados para os próximos anos, dispondo por outro lado de liquidez amplamente suficiente para financiar as suas necessidades de curto e médio prazo”, indica a administração na proposta divulgada através da CMVM, adiantando que "existe todo o interesse em promover medidas de remuneração accionista".
 
Alargamento da administração de 13 para 15 membros
 
A Novabase apresentou esta segunda-feira os resultados semestrais, onde registou uma subida de 4,8% do volume de negócios mas em que verificou uma descida de 20,9% dos lucros para 3,6 milhões de euros.
 
Além da aprovação do balanço semestral e da distribuição de dividendos, os accionistas irão, a 25 de Setembro, votar a proposta de alargamento de 13 para 15 membros do conselho de administração.
 
A empresa justifica a proposta para aumentar o número de administradores com a maior extensão da actividade da empresa, propondo Maria do Carmo Palma e Pedro Gonçalves Afonso para ocupar esses cargos. Ambos têm desempenhado cargos na Novabase.
 
 
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sábado, 27 de julho de 2013

Verão? Vem aí chuva forte e trovoada

Nos distritos do Porto, Viana do Castelo e Braga
 
Os distritos do Porto, Viana do Castelo e Braga foram colocados em aviso amarelo para domingo pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) devido à chuva e trovoada que se prevê para a zona norte do país.

Para domingo, aquele instituto prevê para aqueles três distritos períodos de chuva ou aguaceiros por vezes fortes acompanhados de trovoada.

Entretanto, cinco distritos de Portugal Continental e algumas ilhas dos arquipélagos da Madeira e dos Açores apresentam hoje um risco «muito alto» de exposição à radiação ultravioleta (UV), refere o IPMA. Segundo o IPMA, encontram-se nesta situação os distritos de Aveiro, Braga, Porto, Sines e Viana do Castelo.

O Funchal e o Porto Santo, no arquipélago da Madeira, também estão sob risco muito alto de exposição à radiação UV, assim como Angra do Heroísmo, Horta e Ponta Delgada, nos Açores.

O instituto prevê ainda para hoje céu geralmente muito nublado, diminuindo gradualmente de nebulosidade nas regiões Centro, Sul e interior Norte a partir da tarde. A partir da tarde, prevê-se a ocorrência de aguaceiros moderados no Minho e Douro Litoral, podendo ser acompanhados de trovoada.

O IPMA prevê ainda uma pequena descida da temperatura máxima, em especial nas regiões do interior.
 
 
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