sexta-feira, 26 de julho de 2013

Wall Street fecha em ligeira alta com expectativa em torno da Fed

As praças do outro lado do Atlântico abriram a jornada a perder terreno, mas acabaram por fechar a subir ligeiramente, com os investidores a não quererem ganhar uma direcção mais definida antes da reunião da Fed na próxima semana.
 
Os principais índices bolsistas norte-americanos continuaram a cair depois de divulgados os dados relativos à confiança do consumidor em Julho, que aumentou quando se esperava que tivesse diminuído.

O índice da confiança do consumidor deste mês, medido pela Thomson Reuters/Universidade do Michigan, subiu inesperadamente para 85,1 pontos, contra 84,1 em Junho, atingindo o nível mais alto de seis anos. Os analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para uma descida média para 84 pontos.

Os índices mantiveram-se em queda, porque os bons dados económicos acabam por relançar os receios de que a Fed possa decidir começar a retirar em breve os estímulos à economia. No entanto, mais perto do final da sessão, as compras superaram as vendas e Wall Street encerrou em alta, se bem que muito tímida na generalidade dos principais mercados.

Os investidores aguardam agora pela reunião da Reserva Federal, nos dias 30 e 31 de Julho, para tentarem perceber em que pé estão os estímulos à economia. Na semana passada, o presidente da Fed, Ben Bernanke, disse que era ainda demasiado cedo para dizer se o banco central começará a retirar os estímulos – traduzidos na compra mensal de dívida no valor de 85 mil milhões de dólares – já em Setembro.

Em Maio, Bernanke tinha aludido à possibilidade de os estímulos começarem a ser retirados em breve e as bolsas caíram devido aos receios de que seja demasiado cedo para tal.

O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,01%, fixando-se nos 15.557,60 pontos, e o Standard & Poor’s 500 somou 0,10% para 1.691,60 pontos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,22% para 3.613,16 pontos.

A Zynga perdeu bastante terreno, depois de ter divulgado que abandonou o plano de entrar nos jogos online e de ter estimado lucros que ficam aquém das expectativas.

A Expedia também afundou, depois de ter reportado lucros e vendas abaixo do que era esperado.

Do lado positivo, destaque para a Starbucks, que disparou animada pelos lucros superiores ao previsto.


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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Oi cancela dividendos de Agosto

A Oi não vai pagar os cerca de 350 milhões de euros de dividendos prometidos para Agosto porque a dívida ultrapassou três vezes o EBITDA.
 
A Oi cancelou o pagamento do dividendo que seria pago em Agosto por ter ultrapassado o rácio de alavancagem financeira. 
 
Em comunicado, a Oi explica que "os dados levantados até o momento relativos ao trimestre encerrado em 30/06/2013 apontam que a alavancagem da companhia ultrapassou o limite de três vezes o índice dívida líquida (incluindo a remuneração a ser paga no exercício)/EBITDA (apurado no exercício anterior ao pagamento da remuneração), previsto na política de remuneração aos accionistas divulgada por meio de facto relevante de 17 de Abril de 2012".
 
Em Abril do ano passado a Oi tinha prometido que se mantivesse a dívida abaixo desse rácio que pagaria em Agosto mil milhões de reais (aos preços de hoje correspondente a cerca de 350 milhões de euros).
 
Nessa altura anunciou uma política de remuneração accionista de oito mil milhões de reais (aos preços de hoje 2,7 mil milhões de euros) que seriam repartidos por três anos. Em 2012 pagou-se três mil milhões de reais, sendo dois mil milhões pelo exercício de 2011 e mil milhões foram pagos em Agosto. Para Agosto de 2013 e Agosto de 2014 ficaram prometidos, por cada ano, mais mil milhões de reais e foram esses mil milhões que agora foram cancelados. Também estão prometidos mais mil milhões de reais por cada exercício de 2012, 2013 e 2014.
 
Este ano a Oi já pagou mil milhões de reais pelo exercício de 2012, tendo agora comunicado que não pagará o intercalar em Agosto já referente a 2013.
 
A Oi divulgará os resultados referentes ao primeiro semestre a Junho a 13 de Agosto.
 
A Portugal Telecom é accionista da OI, onde detém 25,6% e os dividendos da brasileira são um importante contributo para o "cash flow" da PT. A Oi é agora liderada por Zeinal Bava que saiu de presidente executivo da PT para presidir à operadora brasileira. 
 
 
 
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Google lança dispositivo que permite ver vídeos do telemóvel na televisão

A empresa mãe do mais popular motor de pesquisa da internet apresentou esta quarta-feira o novo “tablet” Nexus 7 e uma versão actualizada do sistema operativo Android. A maior surpresa foi, no entanto, o Chromecast, um aparelho que permite ver vídeos na televisão, a partir de telemóveis, “tablets” e computadores, que funciona em vários sistemas operativos.
 
Quarta-feira foi dia de apresentações para a Google. A tecnológica norte-americana deu a conhecer ao mercado três novos produtos – o novo Nexus 7, o Chromecast e o Android 4.3.
 
O mais pequeno “tablet” da Google foi apresentado pela primeira vez há um ano e conhece agora a sua primeira actualização. Esta nova versão do Nexus 7, que tal como a primeira também é produzida pela Asus, continua a ter um ecrã de sete polegadas, mas o parelho consegue ser ligeiramente mais pequeno e também mais leve que o seu antecessor, com menos 50 gramas.
 
Comparado com o primeiro Nexus 7, o novo “tablet” da tecnológica norte-americana apresenta um ecrã melhorado e uma capacidade de processamento superior, que lhes são conferidas por um ecrã com maior resolução e processador “quad-core” de 1.5 Ghz e 2 gigabytes de RAM. A câmara é de cinco megapixéis. A principal novidade é, no entanto, uma câmara traseira, que não existia no modelo anterior.
 
O novo “tablet” vai estar à venda ainda este mês nos Estados Unidos e chegará depois a outros mercados, incluindo países europeus. Ainda não se sabe quando vai estar disponível em Portugal.
 
Os preços do novo Nexus 7 vão variar entre os 229 dólares (versão básica com uma capacidade de 16 gigabytes) e os 349 dólares (versão com mais capacidade). A versão original do Nexus 7 foi lançada no mercado há um ano por 199 dólares e com uma capacidade de oito gigabytes.
A Google tem ainda outro modelo no mercado, de dez polegadas, lançado em Novembro passado, que é fabricado pela Samsung.
 
Com a introdução deste novo “tablet”, a Google pretende expandir a sua presença no mercado hardware e, ao mesmo tempo, manter-se na linha da frente dos serviços online para os dispositivos móveis. A apresentação da versão mais recente do Nexus 7 foi feita um dia depois da Apple, na apresentação trimestral de resultados, ter comunicado um abrandamento na venda de iPads.
 
“O novo Nexus 7 está concebido para ser rentável para todas as pessoas envolvidas. Para nós, para os comerciantes e todas as pessoas incluídas”, afirmou à Reuters o vice-presidente da, Google, Sundar Pichai, responsável pelo Android e pelo Chrome.
 
O anúncio do novo dispositivo acontece uma semana antes da Motorola, adquirida pela Google em Maio de 2012, por 12,5 mil milhões de dólares, apresentar o Moto X, o primeiro dispositivo desenvolvido pela Motorola depois de ter sido comprada.
 
O Android 4.3 que ainda é Jelly Bean
 
Tal como tem sido costume, a apresentação de um novo Nexus foi acompanhada pelo lançamento de uma nova versão do sistema operativo da tecnológica norte-americana, o Android.  
 
Mas, contrariando as expectativas de mercado, a Google ainda não apresentou a versão 5.0 do Android (Key Lime Pie). Optou por apresentar a versão 4.3 do Android Jelly Bean.
 
No que toca a funcionalidades, não existem muitas novidades. A mais expressiva é a possibilidade de se criar sessões para diferentes utilizadores, tal como num computador.  
 
O dispositivo que permite ver vídeos “online” na TV
 
Para além do novo Nexus 7 e do Android 4.3, a Google apresentou ainda o Chromecast, talvez a maior surpresa da apresentação.
 
O Chromecast, aparelho que se assemelha a uma “USB flash drive”, é um dispositivo que pode ser ligado a um televisor e permite visualizar vídeos do YouTube ou de outros serviços, como o Netflix, que estejam a correr num dispositivo móvel, na televisão. O telemóvel, “tablet” ou computador funciona como uma espécie de controlo remoto e o vídeo é exibido no televisor, enquanto o utilizador executa outras nos dispositivos móveis.
 
“Claro que as pessoas querem ver os vídeos do YouTube do Netflix que correm no telemóvel em ecrãs maiores, mas a experiência do utilizador neste tipo de ligação ao televisor tem sido difícil”, afirma Rishi Chandra, directora de gestão de produto na  Mountain View. “Se se tivesse de parar de utilizar o telemóvel para ver alguma coisa na TV, não seria uma solução viável”, acrescenta Chandra.
 
O Chromecast funciona em vários sistemas operativos (Windows, Mac OS X, Android e iOS).
 
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terça-feira, 23 de julho de 2013

Museu do Chiado celebra 120 anos de Almada Negreiros com exposição e conferência

O Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, em Lisboa, anunciou hoje que vai assinalar os 120 anos do nascimento de Almada Negreiros (1893-1970) com a leitura da conferência "O desenho", proferida pelo artista em 1927.
 
De acordo com o Museu do Chiado, a celebração da efeméride está em curso nas suas instalações desde o dia 10 de Julho, com uma exposição de sete obras do artista na Sala Polivalente, patente até ao dia 01 de Setembro de 2013.
 
As obras são provenientes do acervo do Museu do Chiado, algumas a carvão sobre papel, outras a lápis sobre papel, havendo ainda um guache sobre papel.
 
Na terça-feira, o director do museu, Paulo Henriques, vai fazer uma apresentação da exposição, às 18:00, e o actor Rui Portulez encarregar-se-á da leitura da conferência "O desenho", que José de Almada Negreiros proferiu em 1927.
 
O título da exposição - "Almada no Chiado" - remete, segundo o Museu, "para a ligação que Almada Negreiros teve com esta zona histórica de Lisboa, sede dos movimentos modernos, desde o Romantismo no século XIX, e muito activa na primeira metade do século XX, em torno do Modernismo, de que o artista foi figura central".
 
A designação da exposição "lembra também a presença de Almada Negreiros no Museu Nacional vocacionado para o coleccionismo do Estado de Arte Moderna e Contemporânea", que é o Museu do Chiado, como acrescenta uma nota desta entidade.
 
Ao longo deste ano realiza-se uma programação cultural, que envolve várias entidades da capital, para assinalar o 120.º aniversário do nascimento do artista Almada Negreiros, personalidade multifacetada, considerado uma referência da arte portuguesa do século XX.
 
O programa inclui tertúlias, exposições, espectáculos e a realização de um colóquio internacional.
Figura destacada da vanguarda da arte portuguesa, Almada Negreiros explorou vários níveis de expressão artística, das artes plásticas, à poesia e ao ensaio, ao romance e à dramaturgia, aos quais também juntou textos de intervenção e de humor, além do bailado e da crítica de arte.
 
Realizou, em 1913, os seus primeiros óleos para a Alfaiataria Cunha, e organizou, nesse ano, a sua primeira exposição individual, na Escola Internacional de Lisboa, o que faz com que se cumpra agora um século sobre as primeiras manifestações públicas da sua atividade artística.
 
Entre as iniciativas da programação dos 120 anos do nascimento de Almada incluem-se ainda edições de livros, pela Assírio & Alvim e pela Babel, espectáculos de teatro, visitas guiadas às intervenções de arte pública na cidade de Lisboa, performances, leituras, um Colóquio Internacional, na Fundação Calouste Gulbenkian, e ciclos de filmes.
 
Entre as edições livreiras já realizadas, conta-se a do fac-símile do "Manifesto Anti-Dantas", com uma gravação inédita da leitura do texto, pelo próprio Almada Negreiros.


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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Telefónica em negociações para aquisição da unidade germânica da KPN

O Financial Times escreve que a Telefónica e a KPN estão em negociações avançadas para que a operadora espanhola compre a E-Plus, a operadora da KPN na Alemanha. O negócio pode ser fechado hoje.
 
A espanhola Telefónica está a negociar, já em fase avançada, com a holandesa KPN a compra da E-Plus, a empresa de telecomunicações que a KPN detém na Alemanha, avança o Financial Times (FT).
 
O negócio pode ser anunciado oficialmente já esta segunda-feira. A concretizar-se a operação, a fusão entre a unidade que a Telefónica já detém na Alemanha e a E-Plus vai gerar uma empresa avaliada em 16 mil milhões de euros. Sendo que, segundo duas pessoas com conhecimentos sobre a negociação, citadas pelo FT, a Telefónica deverá pagar cerca de 4,5 mil milhões de euros.
 
A mesma fonte avança ainda que uma das possibilidades em cima da mesa é a KPN ficar com uma pequena percentagem da Telefónica Deutschland. Segundo o FT, que cita pessoas envolvidas na negociação, Carlos Slim, o maior acionista da KPN, apoia esta transacção.
 
O negócio tem vindo a ser debatido entre as duas empresas há, aproximadamente, uma década. Os montantes e a percentagem de accionistas com que cada empresa ficaria, avança o FT, foram os pontos de discórdia até ao início do segundo trimestre deste ano. Em Abril deste ano, a publicação britânica escrevia que as negociações haviam sido retomadas.
 
 
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Oi acumula subida de 18% nas últimas três sessões

A participada da Portugal Telecom no Brasil acumula um ganho de 17,3% nas últimas três sessões, com a agência Moody’s a elogiar a venda de activos que vai permitir à Oi um encaixe na ordem dos 2,4 mil milhões de reais (829 milhões de euros).
 
A Oi está a negociar em alta de 2,52% na sessão desta segunda-feira e negoceia nos 4,07 reais por acção. É a terceira sessão consecutiva de ganhos e leva a cotada agora liderada por Zeinal Bava a acumular uma subida de 17,3% nas últimas três sessões.
 
A operadora brasileira anunciou a venda de activos no valor de 2,4 mil milhões de reais (829 milhões de euros) com a venda da GlobeNet, por 1,75 mil milhões de reais, e a transferência dos direitos comerciais de torres de telecomunicações, por 689,7 milhões de reais.
 
A notícia foi divulgada na segunda-feira, 15 de Julho, e levou os títulos da participada da PT a dispararem mais de 9%. Contudo, foi na quinta-feira que a cotada retomou a tendência de ganhos que dura até à sessão de hoje, após a Moody’s ter elogiado o impacto da operação na qualidade de crédito da Oi.
 
A concessão das torres de telecomunicações apoia as finanças da operadora brasileira, disse a Moody’s citada pela agência noticiosa Reuters e a publicação norte-americana Barron’s.
 
Os compromissos da incumbente brasileira das telecomunicações são de dois mil milhões de reais para este ano, bem como de um investimento na melhoria das infra-estruturas de de seis mil milhões reais. O objectivo de redução da dívida é de 27,5 mil milhões de reais e é o mais ambicioso das operadoras do Brasil.
 
Apesar dos ganhos registados desde o final da semana passada, a Oi S.A. segue está a negociar a menos de metade da cotação em que se encontrava no final do ano passado. Os títulos acumulam uma perda de 50,45% desde o início do ano.
 
 
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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Alegre acusa Presidente de querer tutelar os partidos

Manuel Alegre acusou hoje o Presidente da República de querer tutelar a democracia e os partidos e defendeu que o PS deve resistir "à tentação presidencialista", como o fez com o general Eanes.
 
"O PS resistiu a isto tudo, mesmo quando o Presidente da República era um grande homem da democracia e do 25 de Abril, o general Eanes. Resistiu a essa tentação presidencialista e deve resistir outra vez. A obrigação do PS como partido é preservar a sua autonomia", afirmou Manuel Alegre.
 
Alegre falava ainda antes do secretário-geral socialista, António José Seguro, ter acusado PSD e CDS-PP de inviabilizar o acordo nacional.
 
Falando aos jornalistas à margem da apresentação da recandidatura de Gil Nadais à Câmara de Águeda pelo PS, Manuel Alegre sublinhou que "o papel do Presidente da República é ser moderador e inspirador, mas não de o de tutelar" a democracia e os partidos.
 
"Não percebo que se admita dissolver a Assembleia sob condições que, se não se verificarem, não se dissolve. Onde é que está isso na Constituição? Admira-me que os constitucionalistas estejam tão calados e os políticos também. Depois ter um observador nas negociações e agora convocar os líderes dos partidos. Acho que isto é uma forma de tutela que nunca se verificou na nossa democracia", disse.
 
"Há muitas interpretações do interesse nacional. Neste momento é manter a política de austeridade? Eu acho que não. É mudar e fazer políticas de crescimento, de emprego e de coesão social", disse.
 
Para o histórico do PS, a solução encontrada por Cavaco Silva é "abstrusa", prometendo a dissolução da Assembleia da República a prazo, e o compromisso de salvação nacional "no fundo é algo que leva a manter-se este governo no poder".
 
Alegre reafirmou a sua opinião de que o Presidente da República "devia ter convocado eleições antecipadas e o PS não deveria ter-se envolvido no processo negocial", mas não se reconhece no epíteto de "inimigo" do compromisso de salvação nacional.
 
"Em democracia não há inimigos. Sou um adversário desta solução e do facto de ele não ter exercido como lhe competia os seus poderes constitucionais, tentando transferir uma responsabilidade que era dele para os partidos políticos, com um discurso com alguns laivos populistas" disse.
 
Alegre lembrou que Cavaco Silva "é o político que há mais tempo está em exercício", acusando-o de estar "sempre a falar contra os agentes políticos e contra os partidos" políticos.
 
"O Marcelo Rebelo de Sousa até chegou a falar em estalo aos partidos, mas o Presidente da República não existe para dar estalos aos partidos, mas para resolver os problemas de acordo com os princípios consagrados na Constituição que ele jurou", concluiu.
 
 
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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Morgan Stanley aumenta lucros trimestrais em 66% para 980 milhões

O Morgan Stanley, o maior banco de investimento do mundo, declarou um aumento nos lucros de 66%, o que ultrapassou as estimativas dos analistas, com a receitas dos investimentos em bolsa a subir e os ganhos da gestão de fortunas a subirem para níveis recorde.
 
Os lucros do segundo trimestre do Morgan Stanley subiram 66% para 980 milhões de dólares, cerca de 745,8 milhões de euros, ou 41 cêntimos por acção, face aos 591 milhões de dólares ou 29 cêntimos por acção obtidos no mesmo período do ano passado.
 
Excluindo os itens extraordinários, os lucros foram de 45 cêntimos por acção, acima dos 43 previstos pelos analistas consultados pela Bloomberg.
 
O presidente-executivo James Gorman completou no mês passado a compra de uma corretora que fazia parte de um empreendimento conjunto com o Citigroup, coroando quatro anos de esforços para mais que duplicar o tamanho da área de gestão de fortunas da empresa.
 
“Os investidores estão interessados em como é que podem construir a unidade de gestão de fortunas agora que a integração acabou, e agora estão a tentar alcançar mais lucros”, afirmou Shannon Stemm, analista da Edward Jones.
 
 
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PSI-20 ganha mais de 2% e soma terreno há quatro dias consecutivos

A Sonaecom e a Zon Multimédia subiram mais de 6% e o BES e BCP ganharam mais de 4%. Foram os destaques num final de sessão muito positivo para Lisboa, que liderou os avanços na Europa.

A Bolsa de Lisboa encerrou a sessão desta quinta-feira em terreno positivo e fechou em alta pelo quarto dia consecutivo. Das 20 empresas que compõem o índice de referência da praça nacional, 12 avançaram mais de 2%.
 
O PSI-20 encerrou com uma valorização de 2,30% para os 5.567,96 pontos, liderando as subidas que se registaram em toda a Europa. O Stoxx Europe 600 ganhou 0,8% para um máximo de seis semanas.
 
As praças do Velho Continente começaram a estender os ganhos pouco depois de Wall Street iniciar a sessão no verde, com o S&P 500 a registar um novo máximo histórico.
 
A banca foi o sector que mais contribuiu para os avanços mais expressivos, como tem acontecido devido à ideia de que os estímulos monetários nos Estados Unidos – e também um pouco por todo o mundo – serão mantidos. Entretanto, foi anunciado que o Banco Central Europeu voltou a alterar as regras que aplica na utilização pelos bancos de dívida titularizada como colateral para obter financiamento.
 
BCP e BES ganham mais de 4%, Banif cede terreno

 A maior subida da banca portuguesa foi a do BCP. O banco liderado por Nuno Amado fechou nos 9,3 cêntimos com uma subida de 4,49%, num dia em que o BES Investimento emitiu uma nota de “research” a prever prejuízos de 278 milhões de euros no segundo trimestre do ano.
 
O BES encerrou o dia nos 0,632 euros ao ganhar 4,12%, com a casa de investimento do BPI a antecipar prejuízos de 71 milhões de euros no segundo trimestre, em comparação com os lucros de 14 milhões de euros no trimestre homólogo.
 
Ainda no sector financeiro, o BPI avançou 2,74% para os 0,939 euros. O BESI estima que o banco liderado por Fernando Ulrich tenha lucrado 44 milhões de euros na primeira metade do ano, menos 48% do que no mesmo período do ano anterior.
 
O ESFG fechou inalterado nos 5,20 euros enquanto o Banif, que voltou hoje a ser penalizado pelo aumento de capital, perdeu 5,36% para os 5,3 cêntimos.
 
JM ganha 2,5%
 
Apesar das fortes subidas da banca, a Jerónimo Martins foi a empresa que mais sustentou a valorização do índice nacional. A dona dos supermercados Pingo Doce ganhou 2,59% para fechar nos 16,065 euros, recuperando de duas sessões seguidas em baixa. A Sonae conseguiu avançar 4,07% para os 0,741 euros.
 
Em alta esteve igualmente a EDP, com uma subida de 1,65% para negociar nos 2,459 por acção. A subsidiária eólica desceu 0,61% para 3,764 euros. Já a Galp Energia ganhou 2,28% para os 11,875 euros.

 Zon e Sonaecom disparam, PT cai
 
Em destaque na sessão desta quinta-feira esteve ainda a Portugal Telecom, que deslizou 0,39% para fechar nos 2,774 euros. A empresa foi penalizada pelo corte do “target” de 4 para 3 euros pelo HSBC.
 
Já a Zon e a Sonaecom estiveram em forte alta, nomeadamente na parte da tarde da sessão. O BESI estima que a Zon e a Optimus, com que está em processo de fusão, possam vir a destronar o dividendo pago pela PT, o que dinamizou as cotadas. Esta tarde, o Governo anunciou ainda que a PT perdeu a concessão do serviço universal de telecomunicações em Portugal para a Zon e Optimus.
 
A empresa liderada por Ângelo Paupério fechou a disparar 6,97% para os 1,765 euros, ao passo que a companhia comandada por Rodrigo Costa está a cotar nos 4,089 euros ao ganhar 6,48%. A Zon encerrou no valor mais alto desde Fevereiro de 2010.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Ganhos do BES e da Zon animam bolsa nacional

O mercado português encerrou em terreno positivo pela terceira sessão consecutiva. BES e Zon foram as cotadas que mais impulsionaram o PSI-20 mas o Banif foi a que mais valorizou, ao subir 36,59%.
 
O principal índice da bolsa nacional avançou 0,34% para os 5.442,70 pontos, com 14 cotadas em alta, quatro em queda e duas inalteradas.
 
O PSI-20 acompanhou os ganhos dos principais mercados europeus e viveu a terceira sessão consecutiva em alta devido às valorizações do Banco Espírito Santo e da Zon.
 
O banco liderado por Ricardo Salgado avançou 2,02% para os 60,7 cêntimos com mais de 10 milhões de títulos negociados. O BCP subiu 1,14% para os 8,9 cêntimos e o BPI ganhou 3,98% para os 91,4 cêntimos por acção.
 
Mas o maior ganho foi registado pelo Banif. A instituição liderada por Jorge Tomé disparou 36,59% depois de ter perdido mais de metade do seu valor nas últimas seis sessões. Os títulos do banco fecharam hoje a valer 5,6 cêntimos.
 
Em destaque estiveram também as acções da Zon e da Sonaecom. O BESI retomou esta quarta-feira a cobertura das acções das duas empresas, com recomendações de "comprar".
 
Os analistas do banco de investimento estimam que a fusão entre a Zon e a Optimus gere sinergias no valor de 579 milhões de euros.
 
A fusão entre a Optimus e a Zon “deverá levar à emergência de um player totalmente integrado, melhor equipado para competir no segmento de 4Play e no sector corporativo, melhorias que acreditamos que vão levar a ganhos de quota de mercado materiais e consequentemente a uma subida das receitas”, realça o BESI, numa nota a que o Negócios teve acesso e que foi divulgada esta quarta-feira.
 
A Zon e a Sonaecom fecharam o dia a valorizar 3,78% e 4,76%, respectivamente.   
 
Do lado das quedas, destaque para a Galp Energia, que recuou 1,23% para 11,61 euros, e para a Jerónimo Martins, que caiu 1,11% para os 15,66 euros.
 
 
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